sexta-feira, 10 de maio de 2013



Universidade Metodista São Paulo

Polo: São José dos Campos

Curso: Pedagogia

Módulo: Problemas contemporâneos – desafios para a escola

Atividade Integrada do modulo 17 - BLOG

Professor temático: Elisabete Cristina Costa Renders

Nomes:

Lindalva dos Santos                             Código 203923

Patrícia Ribeiro de Andrade Galdino      Código 204044

Rosinéia C. do Nascimento                   Código 203883

Sirlene Altíssimo Amaro                        Código 203882

 

 

O ensino religioso nas escolas vem se tornando um assunto polêmico pelo fato de ferir não só nossa Constituição, como também o credo do cidadão brasileiro. Desde os tempos jesuíticos, quando a religiosidade era imposta pelos portugueses, nunca houve tanta discussão em torno desse assunto. Religião é algo pessoal e não deve ser de maneira nenhuma constituída como disciplina nas escolas, a não ser que haja um profissional preparado para apresentar aos alunos as diversas religiões e suas especificidades. Embora seja dita como facultativa na rede pública, sempre haverá o proselitismo que é percebido nas atitudes daqueles que regem as instituições, gerando incômodo àqueles que não proferem a mesma crença. Existem casos recentes de discriminação por parte de alunos e também professores que por constituírem a maioria, intimidam e reprimem os que possuem outra linha de pensamento. É inadmissível que num país dito como democrático, ainda ocorram tais fatos.
A escola deve ser vista como uma extensão da família ensinando os valores humanos, tais como: honestidade, verdade, justiça, ética, disciplina, integridade, paz, amor entre outros; porém não tem o direito de coagir os alunos a uma determinada religião.




Referências

Cury, Carlos Roberto Jamil. “Ensino religioso na escola pública: o retorno de uma polêmica recorrente”. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n27/n27a12.pdf
Vianna, Túlio. Manchete: “O ensino religioso nas escolas públicas”. Disponível em: http://revistaforum.com.br/blog/2013/01/o-ensino-religioso-nas-escolas-publicas/

 Fischmann, Roseli. Entrevista: “Escola Pública não é lugar de religião”. Disponível em: http://migre.me/dZJE4
O Globo Educação. “Ensino religioso é obrigatório em 49% de escolas públicas, contra lei”. Disponível em: http://oglobo.globo.com/educacao/ensino-religioso-obrigatorio-em-49-de-escolas-publicas-contra-lei-7928028#ixzz2SqKcqOSY





sábado, 23 de março de 2013





Universidade Metodista São Paulo
Polo: São José dos Campos
Curso: Pedagogia
Módulo: A humanização da Pedagogia na perspectiva freiriana
Atividade Integrada do modulo 16 - BLOG
Professor temático: José Eustáquio Romão (professor convidado)



Nomes:
Lindalva dos Santos                             Código 203923
Patrícia Ribeiro de Andrade Galdino      Código 204044
Rosinéia C. do Nascimento                   Código 203883
Sirlene Altíssimo Amaro                        Código 203882

De acordo com Paulo Freire, somos seres inacabados e inconclusos, em constante processo de autoconstrução e precisamos nos conscientizar da necessidade de buscar incessantemente uma vida livre de opressões. Levando em consideração o pensamento de que somos seres únicos, o currículo deve contemplar um conteúdo que favoreça o ser humano integralmente. Para isso é preciso que haja um trabalho em favor do aluno, cujo foco principal considere o seu contexto sociocultural, envolvendo não só os profissionais da educação, como também a família e a comunidade. A participação deve ser mútua e com o propósito do bem comum.
Embora seja de responsabilidade da família, certas atitudes como: cordialidades, responsabilidades, o não desperdício, conscientização em favor do meio ambiente, práticas de higiene, zelo pelo patrimônio público; devem se tornar práticas do cotidiano, para a formação de cidadãos críticos, democráticos, solidários e capazes de se relacionar socialmente.
Sempre devemos incluir o diálogo em nossas práticas docentes, objetivando um resultado favorável, para que no futuro o ambiente escolar seja propenso à igualdade.



Referências

Jaime José Zitkoski, “O diálogo em Freire: caminho para a
humanização”, disponível em:
<http://www.ufpel.edu.br/fae/paulofreire/novo/br/pdf/24.pdf >. Acesso em: 22/03/2013.


Imagem disponivel em: 
http://vidamaislivre.com.br/albuns/foto.php?id=3442&/menina_com_sindrome_de_down>. Acesso em 23/03/2013.


Vídeo disponível em:<http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ePmCuhP-4T8>.

sexta-feira, 8 de março de 2013


 
Universidade Metodista São Paulo
Polo: São José dos Campos
Curso: Pedagogia
Módulo: A reflexão sobre as práticas educativas pela via da pesquisa
Atividade Integrada do modulo 18
Professor temático: Cleonice de Almeida Cunha Lussich
Nomes:



Lindalva dos Santos                                Código 203923
Patrícia Ribeiro de Andrade Galdino     Código 204044
Rosinéia C. do Nascimento                    Código 203883
Sirlene Altíssimo Amaro                          Código 203882
 

O estágio é a principal ferramenta que podemos utilizar para nos apropriarmos do “ser professor”, no sentido de praticar o cotidiano das salas de aula. No entanto, é preciso muita cautela para não adotar certos hábitos de profissionais que negligenciam no modo como conduzem o aprendizado de seus alunos. É certo que a criança é responsável pela construção do seu conhecimento, porém não deve ser ignorada, mas sim subsidiada em todo o processo cognitivo. Atualmente através do construtivismo, o aluno tem mais autonomia, sendo o professor um colaborador, organizando e possibilitando as condições necessárias para que a criança aprenda e se desenvolva, por ela mesma, uma vez que acreditamos que todas as crianças são capazes de aprender, e que a apropriação de conhecimentos é importante. Um bom professor é aquele que identifica através da observação, quais são as necessidades e o que deve priorizar para que seus alunos se desenvolvam de forma integral.
Os anos iniciais são decisivos para o desenvolvimento psicomotor das crianças. Jogos e brincadeiras quando bem aplicados, são grandes aliados neste processo, não necessitam de muitos recursos, além de contribuir para a interação das crianças, especialmente as que apresentam dificuldades na aprendizagem. Essas atividades além de desenvolverem as estruturas físicas, também auxiliam na maturação mental, afetiva e social. Um fator que nos chama a atenção como estagiárias é a importância da interação das crianças, principalmente quando há alunos integrados em sala. Esta aproximação é intensificada quando as mesmas são colocadas em grupos para a realização de atividades e também no momento da recreação, o que desperta nelas o respeito mútuo e a necessidade do convívio social sem preconceitos.
Ao ler os textos enxergamos nossa prática docente com um olhar diferente do que temos visto até agora. É um caminho de mão dupla, uma troca de experiências, se aprende a ser professor sendo professor. Acreditamos que o bom profissional, principalmente o da educação, é aquele que sempre se vê em processo formação, buscando se aprimorar cada vez mais, utilizando-se das diversas maneiras de se especializar para que possa auxiliar seus alunos, pois tem a grande responsabilidade de formar muitos outros profissionais: médicos, dentistas, advogados, professores, entre outros.
 
 
Referências


 
Cristina Flor, Dalanea. “Formação continuada de professores: qual o lugar das crianças?”. Disponível em: <http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT13-6575--Int.pdf >. Acesso em: 01/03/2013.
 
Santos Rossi, Francieli. “Considerações sobre a Psicomotricidade na Educação Infantil”. Disponível em: <http://migre.me/dg5pv>. Acesso em: 01/03/2013.